Timor-Leste consolida posição no Índice de Perceção da Corrupção 2025

Sex. 13 de fevereiro de 2026, 14:43h
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Timor-Leste obteve 44 pontos no Índice de Perceção da Corrupção (CPI) 2025, divulgado a 10 de fevereiro pela organização não-governamental Transparency International, mantendo a pontuação alcançada no ano anterior e ocupando a 73.ª posição entre 182 países e territórios avaliados. O resultado confirma a estabilidade dos avanços registados nos últimos anos e mantém o país alinhado com a média regional da Ásia-Pacífico e acima da média global. Screenshot 2026-02-13 142853 Screenshot 2026-02-13 142550

A Transparency International, em comunicado de imprensa, salienta que Timor-Leste apresenta “um aumento consistente e estatisticamente significativo desde 2012, devido a reformas estruturais que fortaleceram as instituições de supervisão”.

No contexto da ASEAN, Timor-Leste que ocupa a 73.ª posição a nível global, situa-se acima do Vietname (83.ª), da Indonésia (115.ª), do Laos (115.ª), da Tailândia (123.ª), das Filipinas (131.ª), do Camboja (158.ª) e de Myanmar (168.ª), ficando apenas atrás de Singapura (3.ª), do Brunei Darussalam (38.ª) e da Malásia (57.ª).

Entre os Estados-membros da CPLP, apenas Cabo Verde (35.ª), Portugal (43.ª) e São Tomé e Príncipe (67.ª) apresentam posição superior. Timor-Leste posiciona-se acima do Brasil (107.ª), de Angola (121.ª), de Moçambique (166.ª), da Guiné-Bissau (166.ª) e da Guiné Equatorial (172.ª).

Em 2015, Timor-Leste registava 28 pontos e ocupava a 123.ª posição. A subida acumulada de 50 lugares no ranking ao longo da última década evidencia uma melhoria sustentada dos indicadores de integridade no setor público. Screenshot 2026-02-13 142833

O CPI é a mais antiga e abrangente ferramenta de medição da corrupção no mundo, analisando os níveis de corrupção no setor público de 182 países e territórios, pontuando-os de 0 (percecionado como muito corrupto) a 100 (muito transparente), a partir da perceção de especialistas e executivos de negócios sobre os níveis de corrupção no setor público.

O Governo reafirma o compromisso com o fortalecimento do Estado de Direito democrático, a transparência na gestão pública e a consolidação das instituições de controlo, prosseguindo medidas destinadas a reforçar a integridade e a responsabilização na administração pública.

 

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