Governo avança com o desenvolvimento do projeto do Memorial da INTERFET e reforça cooperação com a Austrália
Díli, 7 de agosto de 2026 — O Governo de Timor-Leste, através da Presidência do Conselho de Ministros (PCM), reuniu-se hoje com representantes do Gabinete do Presidente da República e do Governo da Austrália para discutir o desenvolvimento do futuro Memorial da INTERFET em Díli.

O encontro contou com a presença de representantes do Governo de Timor-Leste, do Gabinete do Presidente da República, representado pelos Embaixadores Vicky e Nelson Santos, e do Governo da Austrália, representado por S. Ex.ª a Embaixadora Caitlin Wilson.
A reunião centrou-se no reforço da cooperação para o desenvolvimento do memorial, tendo o Governo reafirmado o seu compromisso com a preservação do legado da Força Internacional para Timor-Leste (INTERFET) e em garantir que o memorial reflita a história partilhada e os contributos de Timor-Leste, da Austrália, da Nova Zelândia e de outros países que participaram na missão internacional de manutenção da paz.
O Governo, juntamente com o Gabinete do Presidente da República, identificou o antigo heliporto da INTERFET, adjacente ao Palácio Presidencial Nicolau Lobato, como o local para o futuro memorial. A cerimónia de bênção do terreno proposto para o Memorial e Museu Internacional de Manutenção da Paz realizou-se a 14 de setembro de 2024, assinalando o 25.º aniversário do destacamento da INTERFET.
Durante a reunião, o Governo abordou igualmente o calendário de implementação proposto e a designação de pontos focais técnicos por parte de Timor-Leste. O Ministro sublinhou que o memorial deve ser mais do que um monumento ao passado, devendo servir como um espaço educativo para as futuras gerações, promovendo os valores da paz, da solidariedade e da cooperação internacional.
O Ministro Agio destacou também a importância de desenvolver o memorial como um legado partilhado por Timor-Leste, Austrália, Nova Zelândia e todas as nações que contribuíram para a INTERFET, garantindo, ao mesmo tempo, que o projeto cumpra as normas internacionais e honre tanto o povo timorense como o pessoal que serviu na INTERFET.






































