Ministro Fidelis Magalhães participa em aula aberta em Portugal sobre a Geopolítica de Timor-Leste e o Indo-Pacífico

Qua. 30 de março de 2022, 22:00h
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O Ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Fidelis Magalhães, participou no dia 30 de março de 2022, numa aula aberta, intitulada “A Geopolítica de Timor-Leste e o Indo-Pacífico”, em Lisboa, Portugal.

Este evento organizado pelo Instituto do Oriente, em conjunto com o Centro de Estudos sobre Países Frágeis Afetados por Conflitos, decorreu no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), da Universidade de Lisboa. O Centro de Estudos sobre Países Frágeis Afetados por Conflitos foi criado em dezembro de 2021, resultante de uma parceria entre o ISCSP e o g7+.

O Ministro Fidelis Magalhães começou a sua apresentação por manifestar ser um “imenso prazer voltar ao ISCSP”, sua antiga universidade e salientou “a colaboração cada vez maior entre Timor-Leste e o Instituto”, nomeadamente com o “contínuo envolvimento com o IDN (Instituto de Defesa Nacional)” e com o “estabelecimento do Centro [de Estudos sobre Países Frágeis Afetados por Conflitos] para o g7+ aqui no Instituto”.

Manifestou ainda a vontade de “explorar possibilidades de colaboração futura com o ISCSP” e o INAP (Instituto Nacional da Administração Pública), que está sob a sua supervisão, para alcançar o seu “desejo de ter uma função pública competente em Timor-Leste”.

Nesta aula aberta, o Ministro da Presidência do Conselho de Ministros fez uma análise sobre “as relações de Timor-Leste com os seus vizinhos e as principais potências mundiais”, com o objetivo de “não só ajudar a esclarecer a estratégia norte-americana para o Indo-Pacífico, e a sua relevância para Timor-Leste, mas também dar uma melhor imagem geral do pensamento e do entendimento de Timor-Leste sobre o seu próprio lugar na região e no mundo, examinando as relações do país com outros países e blocos regionais”.

Fidelis Magalhães afirmou acreditar “que Timor-Leste é um farol para a democracia e para os direitos humanos na região” e que “este sucesso só pode ser sustentável com um compromisso político mais profundo e um apoio mais forte dos nossos parceiros de desenvolvimento”.

 

 

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